segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Tua Gravidade
Sinto quase como se pudesse tocar
com as pontas dos dedos
as estrelas do céu.
de tão forte meu fascinio
por sua gravidade,
sua luz na escuridão.
quase tanto quanto você
que noite ou dia
me encanta os olhos
de tão brilhante que és.
sábado, 19 de outubro de 2013
As Dores Pertecem ao Solo
Acho engraçado,
Do alto os problemas parecem tão pequenos.
Sei disso porque nos vejo
de longe
Enquanto relembro de nossa silhueta
Por uma janela de avião.
Sei disso porque nos invejo
de longe
enquanto reembarco feliz de volta
e deixo as dores dispersas no chão.
segunda-feira, 15 de julho de 2013
O Sigiloso Redentor de Sonhos
domingo, 14 de julho de 2013
A Volta Infinita em Eco.
Presa às pontas do que sou
A redenção descansa de bruços.
Pesa-lhe olhos e ouvidos ao repetir
De tua voz. De novo e de novo.
Violando-me, usurpando-me.
Arrastando-me pelos cantos.
sexta-feira, 12 de julho de 2013
O que Nos Foi Ouvido.
segunda-feira, 24 de junho de 2013
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Cartão-Postal que sou
quinta-feira, 21 de março de 2013
Eu e a Lua
A
Lua
saiu toda
minguante
nessa manhã.
Cheia de dores,
querendo uma vida
nova. Esquenta não
lua, o tempo esfria
a sua cabeça. Basta
esperar que quando
a noite chegar,
verás o quão
crescente
podes
ser.
Lua
saiu toda
minguante
nessa manhã.
Cheia de dores,
querendo uma vida
nova. Esquenta não
lua, o tempo esfria
a sua cabeça. Basta
esperar que quando
a noite chegar,
verás o quão
crescente
podes
ser.
quarta-feira, 13 de março de 2013
A Beleza do Desconhecido
Ao alcance de nossos dedos é onde devem ficar os mais simples segredos. Não os pequenos, os simples. Do contrário, nada restaria dessa doce e irresistível atração pelo que não sabemos dos outros. É ela que, como um sopro de destino, nos leva a viver o inesperado, o mistério. A beleza de viver o desconhecido.
domingo, 10 de março de 2013
Nossa Garrafa
Nessa
garrafa
não
se
cai
uma
gota.
Fiz dela
a nossa casa
para vivermos
assim. Felizes,
sozinhos e de
olhos enxutos.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
O que se vê do alto
Houve uma época em que passava dias admirando as nuvens. De onde vieram? Qual seu propósito? Para onde vão? Por algum motivo, as nuvens tem algo de sedutor em suas formas. Devem ter se perdido pelo caminho e passam hoje os dias nos admirando de volta lá de cima. De onde viemos? Qual o nosso propósito? Para onde vamos?
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